segunda-feira, 8 de agosto de 2011

PRINCÍPIOS BÁSICOS DA AVALIAÇÃO

Escrito por Aluna: Sirlei Favarin Vanderlinde

O texto abaixo produzido é baseado no artigo “ASPECTOS TEÓRICOS DA AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM”.

Fonte: http://www.webartigos.com/articles/49377/1/aspectos-teoricos-da-avaliacao-no-processo-de-ensino-e-aprendizagem/pagina1.html

O motivo da escolha se deve a identificação de idéias que encontrei. Muitas das idéias expostas pela autora condizem com a minha concepção sobre o processo avaliativo.


Um dos enganos pedagógicos mais comuns é a falta de integração entre os critérios de ensino adotados e os processos de avaliação na dinâmica geral do ensino. Ensina-se de uma forma e avalia-se de outro.

Esta é uma divisão grave nos procedimentos do ensinar e do aprender na escola.

Normalmente, o professor, vítima dos problemas educacionais de nosso país e do descaso do governo com a educação, não tem condições físicas e psicológicas de realizar uma boa avaliação de seus alunos. Problemas como falta de tempo, baixos salários, turmas superlotadas, etc. são freqüentes no cotidiano dos educadores de nosso país.

Tais problemas refletem na qualidade do ensino e, ao final, numa avaliação falha. A grande maioria das avaliações elaboradas pelos educadores é composta de questões memorísticas, mesmo que o professor em verdade quisesse formar alunos críticos e reflexivos. Ou seja, a avaliação entra em desacordo com as situações de aprendizagem que o professor ofereceu, onde se objetivava o pensamento reflexivo e imaginação criadora.

Para evitar esta prática, devem-se seguir os seguintes princípios:

- Traçar e seguir objetivos claros do que deve ser avaliado. Para se avaliar de forma eficiente, é necessário definir o que será avaliado (aprendizagem, produção textual, comportamento, participação, etc.), como será realizado, e quanto se avaliará.

- Com base nos objetivos propostos, o professor deve desenvolver formas condizentes de avaliação. Um estudo criterioso da forma que será efetuada a avaliação será necessário para o sucesso do processo;

- Faz-se necessário que o docente diversifique os métodos de avaliação. Desta forma, é possível avaliar o aluno de diversos enfoques e suas diversas habilidades. A prática educativa mostra que nem sempre o aluno que tem facilidade em comunicar-se oralmente, consegue textos coerentes e claros, e vice-versa. Nem todo aluno que se dedica, consegue alcançar as metas do trabalho ou ter um bom aprendizado. O aluno com maior facilidade em assimilar os assuntos e as explicações, nem sempre sabe trabalhar em equipe. Em alguns casos, os alunos mais agitados são mais respeitosos e tem mais interesse pela aula do que os alunos mais quietos; apesar do contrário também proceder.

- No processo de avaliação, o professor deve utilizar métodos que sirvam para avaliar os aspectos quantitativos do desempenho dos alunos, assim como usar técnicas que sirvam para avaliar qualitativamente as respostas dos alunos. É necessário que o docente esteja consciente que os métodos de avaliação possuem limitações, que são várias as margens de erro encontradas nos instrumentos de avaliação (provas, testes, etc.) como também no próprio processo (modos como os instrumentos são usados). Questões mal elaboradas, com dupla interpretação ou incoerentes, e até mesmo o tipo de questão, causam erros graves na avaliação de um aluno. É comum encontrar casos em que o aluno compreendeu o assunto, mas na prova não atingiu uma nota equivalente ao seu aprendizado.

Contudo, a principal fonte de erro, é a interpretação inadequada dos resultados. Os instrumentos de avaliação normalmente utilizados, não refletem fielmente o nível de aprendizado do aluno sobre um determinado assunto.

No cotidiano escolar, os professores confiam demasiadamente nos instrumentos avaliativos e atribuem notas aos alunos baseados apenas na falsa precisão destes recursos. Avaliando-se criteriosamente, os instrumentos e métodos de avaliação comuns nas salas de aula possibilitam apenas resultados aproximados da aprendizagem adquirida pelo aluno e, por isso, devem ser assim considerados. É necessária uma análise mais delongada e trabalhosa do aluno para atribuir-lhe uma nota.

Professores e alunos devem entender e conscientizarem-se de que o verdadeiro papel da avaliação é contribuir para analisar a eficácia do processo de ensino e aprendizagem em que estão inseridos. É com base nas notas de seus alunos que o professor deve analisar seus métodos didáticos e decidir entre melhorias ou manutenções no processo.

A não consciência deste princípio implica na frustração dos alunos e professores durante todo o processo de ensino/aprendizagem, na baixa aprendizagem dos alunos e, sobretudo, na falta de motivação para aprendizagem. Todos estes itens são facilmente constatáveis no cotidiano escolar de todas as escolas o que demonstra o quanto errado a avaliação é realizada.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Experiências e Práticas Avaliativas

Experiências e Práticas Avaliativas

Trabalhando sempre como professores de laboratório de informática não há como adquirirmos práticas ou experiências em avaliações. Porém, o convívio escolar com os professores das demais disciplinas, nos mostra que é preciso avaliar cada aluno de uma maneira diferenciada.
Pois, alguns possuem problemas, distúrbios e/ou dificuldades. Então para estes casos o professor deve avaliá-los de forma diferenciada para que não cometa erros na hora de informar a nota do aluno.
As experiências avaliativas relatadas pelos professores nos fazem ver que nem todos colaboram com estas práticas pedagógicas de avaliação diferenciada e por isto nem todos educandos atingem a nota.
É preciso conhecer o potencial de cada aluno para avaliá-lo de maneira correta seja por comportamento, prova escrita e/ou oral ou qualquer outro meio metodológico de avaliação.


Equipe: Lucélia, Tatiani, Maristela e Rodrigo.

domingo, 31 de julho de 2011

Vídeos

Seguem alguns vídeos que tratam da avaliação:















Para finalizar, trazemos uma charge que retrata a situação do professor de escola pública e provoca uma avaliação: Nossas práticas em sala de aula estão contribuindo para mudar essa situação?



Equipe:
Adriano Cappellari
Evandro José Muneron

sábado, 30 de julho de 2011

UMA FÁBULA SOBRE AVALIAÇAO

Era uma vez... uma rainha que vivia em um grande castelo. Ela tinha uma varinha mágica que fazia as pessoas bonitas ou feias, alegres ou tristes, vitoriosas ou fracassadas. Como todas as rainhas, ela também tinha um espelho mágico. Um dia, querendo avaliar sua beleza, também ela perguntou ao espelho:



_ Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita que eu?



O espelho olhoubem para ela e respondeu



_ Minha rainha, os tempos estão mudados. Esta não é uma resposta assim tão simples. Hoje em dia para responder à sua pergunta eu preciso de alguns elementos mais claros.



Atônita, a rainha não sabia o que dizer. Só lhe ocorreu perguntar:



_ Como assim?



_ Veja bem - respondeu o espelho - Em primeio lugar, preciso saber por que Vossa Majestade fez esta pergunta, ou seja, o que pretende fazer com minha resposta. Pretende apenas levantar dados sobre seu ibope no castelo? Pretende examinar seu nível de beleza, comparando-o com o de outras pessoas? Ou sua avaliaçao visa ao desenvolvimento de sua própria beleza, sem nenhum critério externo? É uma avaliação considerando a norma ou critérios predeterminados? De toda forma, é preciso, ainda, que Vossa Majestade me diga se pretende fazer uma classificação dos resultados.



E continuou o espelho:



_ Além disso, eu preciso que Vossa Majestade me defina com que bases devo fazer esta avaliação. Devo considerar o peso, a altura, a cor dos olhos, o conjunto? Quem devo consultar para fazer esta análise? Por exemplo: se consultar somente os moradores do castelo, vou ter uma resposta; por outro lado, se utilizar parâmetros nacionais, poderei ter outra respost. Entre a turma da copa ou mesmo entre os anões, a Branca de Neve ganha estourado. Mas, se perguntar a seus conselheiros, acho que minha rainha terá o primeiro lugar. Depois, ainda tem o seguinte - continuou o espelho - Como vou fazer prova para verificar o grau desta beleza? Utilizo a observação?



Finalmente concluiu o espelho:



_ Será que estou sendo justo? Tantos são os pontos a considerar...






(Adaptação de Michael Quinn Patton, traduzida pela Prof Clarisa Souza)

Formas de Avaliar na Concepção dos Alunos

Questionário aplicado aos alunos e transformados em história em quadrinho.
Grupo: Andréia e Ariane








sexta-feira, 29 de julho de 2011

Instrumentos Avaliativos

No Projeto Pedagógico da Escola consta o seguinte:

METODOLOGIA DE ENSINO E SISTEMA DE AVALIACAO
A AVALIACAO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
LDB9394/96 e Resolução 158/15/11/08
A lei nº 9394/96 (LDB) e a lei complementar 170/98 (SEE), atribuem ao processo avaliativo um novo enfoque, na qual professor e aluno numa relação dialética de ensino e de aprendizagem, são sujeitos deste processo de construção do conhecimento.
A escola adota como critério de avaliação o Decreto nº 2114, de 18 de fevereiro de 2009, que homologa o Parecer nº 396 e a Resolução nº 158, de 25 de novembro de 2008 do Conselho Estadual de Educação – CEE/SC, que estabelece diretrizes para a avaliação do processo ensino-aprendizagem, nos estabelecimentos de Educação Básica e Profissional, Técnica de Nível Médio.
A Portaria N/37, de 26 de novembro de 2009, regulamenta e faz implantação da sistemática de ensino aprendizagem na Rede Pública Estadual.

A LDB 9.294/96 preconiza:

CAPITULO I
Art 1o - A avaliação do processo ensino-aprendizagem compreende a avaliação do aproveitamento e apuração da assiduidade.
Art 2o - A avaliação do processo ensino-aprendizagem pautar-se-á em :
I – Possibilitar o aperfeiçoamento do processo ensino-aprendizagem.
II – Aferir o desempenho do aluno quanto a apropriação de competências e conhecimentos
em cada área de estudos e atividades escolares.
III – Aferir o desempenho docente previsto neste PPP.
IV – Aferir as condições físicas e materiais que substanciam o processo ensino-aprendizagem.
Art 3o - A avaliação do aproveitamento do aluno será contínua e de forma global, mediante verificação de competência e de aprendizagem de conhecimentos, em atividades de classe e extra-classe, excluídos os procedimentos próprios de recuperação paralela.
Art 4o – Avaliação do aproveitamento do aluno será atribuída pelo professor da série ou disciplina, analisada em Conselho de Classe.
Art 5o - Na avaliação do aproveitamento a ser expresso em notas de um (01) a dez (10), levar-se-ão em conta os aspectos qualitativos fundamentalmente, e os resultados obtidos durante o ano letivo preponderando sobre os das provas finais.
§ 1o - Na apropriação dos aspectos qualitativos deverão ser considerados a compreensão e o discernimento dos fatos e a percepção de suas relações, a aplicabilidade dos conhecimentos; a capacidade de análise e de síntese, além de outras habilidades intelectivas que advierem de processo em atitudes demonstradas.
Art 6o -Ter-se-ão como aprovados quanto ao aproveitamento no Ensino Fundamental:
I – Os alunos que alcançarem os níveis de apropriação de conhecimento que no registro em notas a média dos 4 bimestres não seja inferior a 70% (setenta por cento) dos conteúdos efetivamente trabalhados por disciplina.
II – Os alunos com aproveitamento inferior ao previsto no inciso anterior e que submetidos a avaliação final alcançarem 50% (cinqüenta por cento) em cada disciplina.
III – Os alunos que não conseguirem o mínimo estabelecido na hipótese do inciso anterior e que submetidos à avaliação em 2ª época alcançarem 50% em cada disciplina.
§ 4o - O aluno que não alcançar aproveitamento, conforme incisos I, II e III deste artigo, em até duas disciplinas, terá direito à progressão parcial e fará dependência das mesmas.
Art 7o -Ter-se-ão como aprovados, quanto a assiduidade, os alunos de freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) das horas letivas de efetivo trabalho escolar.

3.5.2 SISTEMA DE AVALIACAO

A avaliação tanto no Ensino Fundamental como no Ensino Médio tem alguns princípios norteadores:
• Processual, isto é, fazer parte de um processo: o de ensino-aprendizagem, observando a apropriação de conhecimento e, também, a eficácia e os resultados do ensino;
• Participativa, significa dizer, envolver todos os atores ( professor e aluno) no processo;
• Formativa, ou seja, no sentido de informar os sujeitos do processo de ensino e aprendizagem oportunizando a regulação do mesmo, visando superar fragilidades apontadas;
• Cumulativa, não está fundamentada somente no agora, todavia considera o antes para propor o depois. Preocupa-se com o movimento do aprendiz ao longo de um processo de ensinoaprendizagem;
• Diagnostica, pois, com base nos dados apresentados pelos instrumentos de avaliação na observação constante do processo, toma decisões e medidas a fim de ratificar ou ressignificar a ação pedagógica.

Na escola serão utilizados como instrumentos e procedimentos de observação: fichas, portfólios, diários de aula, auto-avaliações, elenco de descritores, instrumentos de avaliação oral e escrita.

Tendo em vista o disposto na Resolucao no 158/2008/CEE :
• Nas duas séries iniciais do Ensino fundamental não poderá haver retenção ou reprovação de alunos;
• Nas primeiras, segundas e terceiras séries o registro da avaliação deverá ser descritivo, no decorrer do ano letivo, e transformado em valores numéricos ao final do ano ou quando o aluno se transferir.
• O planejamento curricular será integrado nas três primeiras séries, sendo que será trabalhada de forma intensificada cada habilidade e competência conforme série e idade.

3.5.3 O REGISTRO DA AVALIACAO
• O registro da avaliação será expresso de 01 a 10, com a fração de 0,50;
• O registro do rendimento do aluno será registrada no diário de classe do professor, incluídos os procedimentos avaliativos de recuperação de estudos e dependência, sempre que houver;
• Sempre que a avaliação do aluno resultar em número fracionado de 0,1 na 0,4 deverá ser arredondada para 0,5. De 0,6 a 0,9 arredondado para o número inteiro superior;
• A rede pública estadual de ensino adotará o exame final, obrigatório para os alunos que atingir em média anual entre 3,0 (três) a 7,0 (sete) e facultativo para os alunos com média superior a 7,0 (sete);
• Deverá ser mantida a mesma média sete para todos os níveis de modalidade de ensino;
• A sistemática de avaliação e o registro do seu resultado serão bimestrais;
• Caberá ao Conselho de Classe a decisão final a respeito do rendimento do aluno.

3.5.4 RECUPERACAO PARALELA
• A recuperação de estudos deverá ser oferecida sempre que o rendimento do aluno for inferior a 7,0 (sete);
• A recuperação deverá ser oferecida de forma concomitante aos estudos ministrados regularmente e estes devem ser obrigatoriamente antes do registro das notas;
• O resultado obtido na avaliação, após estudos de recuperação, em que o aluno demonstre ter superado as dificuldades, substituirá o resultado anterior, desde que seja superior e referente aos mesmos objetivos;

3.6.6 CRITERIOS DE AVALIACAO
Tendo em vista que a avaliação ocorre ao longo do processo ensino–aprendizagem,
proporcionando ao aluno múltiplas possibilidades de se expressar e aprofundar a sua visão dos conteúdos trabalhados, o professor através de critérios pré estabelecidos utilizará instrumentos que lhe permitam perceber os avanços e dificuldades do aluno, da seguinte forma :
QUALITATIVO-Durante o bimestre o professor atribuirá até 1,0(um) ponto em cada disciplina,considerando a participação, atitude, responsabilidade, freqüência e pontualidade do aluno.
QUANTITATIVO- Para verificar a apropriação dos conteúdos curriculares por disciplina o professorpoderá utilizar os seguintes instrumentos de avaliação: trabalhos, atividades, produções, testes, provas orais e escritas, sendo que o quantitativo equivalerá até 9,0 (nove) pontos.

3.5.7 REPROVADOS
1. Ter-se-ão como reprovados os alunos com média anual inferior a três (3) e os que não alcançarem, no mínimo, 14 pontos.
Media Bimestral X 1,7 + Prova
Final X 1,3 > 14
( art. 5o, 4o )
Exemplo:
• Aluno A atingiu 12 pontos durante o ano.
• Como a nota é bimestral divide-se por 4 e teremos a média anual – 12: 4 = 3,0
• Aplica-se a fórmula:
• 3,0 X 1,7= 5,1 + 7,0 X 1,3= 9,1 > 14,2
3.5.8 CONSELHO DE CLASSE
O Conselho de Classe está normatizado pela Resolução 158/08/CEE. É um espaço deliberativo, sendo integrado pelos professores das respectivas Séries, e com representação de pais e alunos.

Considerações sobre a LDB:

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (L.D.B.) n° 9394/96, Seção II, no artigo 31 assegura o seguinte:

“Na Educação Infantil a avaliação far-se-á mediante o acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao Ensino Fundamental”.

É de grande relevância o relatório de avaliação, como instrumento de mediação entre professor e aluno. Permitindo avaliar: o comportamento da criança, competência, (saber fazer) julgamento de valor (aluno briguento, obediente, caprichoso etc.). E todos esses esforços prevalecem na avaliação da Educação Infantil.

Segundo a LDB...
1. O processo de avaliação deve ter como objetivo detectar problemas, servir como diagnóstico da realidade em função da qualidade que se deseja atingir. Não é definitivo nem rotulador, não visa a estagnar, e sim a superar as deficiências.


Art. 9o. - A União incumbir-se-á de:
VI. assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar no ensino fundamental, médio e superior, em colaboração com os sistemas de ensino, objetivando a definição de prioridades e a melhoria da qualidade do ensino.
• Entendemos que a lei propõe a avaliação como um direito do aluno e não como um ato classificatório.
• Num contexto em que instituições e cursos passam por avaliação, também os professores são avaliados, se avaliam, e participam desse processo, conforme lemos:
Art. 13 - Os docentes incumbir-se-ão de: (...)
V. ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;
• A avaliação do desempenho docente aparece também como motivação para uma possível promoção.
Mas vale lembrar que ao considerar normal o baixo rendimento de um grupo, o professor está, na verdade, desconsiderando sua própria função social.
• A avaliação deve considerar o conhecimento prévio do aluno; não somente o que se aprende na escola.

Certamente é nesse sentido que a diretriz da Lei 9.394/96, no artigo 36, inciso II, indica que se adotem metodologias de avaliação que estimulem a iniciativa dos estudantes;

A avaliação deve ser contínua e cumulativa, com prevalência do qualitativo sobre o quantitativo; deve ser voltada para a promoção, e não para a estagnação.

O inciso V do artigo 24 é o que faz referência mais explícita ao tipo de processo de avaliação.
Art. 24 (...)
V. a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais;
b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar;
c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries, mediante verificação do aprendizado. (...)

• Da letra a entende-se que o aluno não pode ser avaliado num momento isolado do resto do processo, e que a avaliação não é o ponto alto do bimestre.

A avaliação só se entende como processo contínuo. Da parte do professor, diz respeito à observação diária, à atenção dirigida ao que o aluno faz, ao que diz, ao modo como reage às diversas situações na sala de aula. Como se comporta ao enfrentar certos conteúdos, em que aspectos demonstra maior ou menor facilidade, quanto cresceu em relação aos comportamentos anteriores, como interage com a turma... e assim por diante.

O texto da Lei indica que, além de contínua, a avaliação seja cumulativa. Que os instrumentos e as formas de avaliação priorizem uma visão global das matérias estudadas, levando o aluno a utilizar as competências que foi adquirindo em outros meses, em outras séries. Que as questões ou situações-problemas sejam abrangentes, interligando os saberes estudados.

As letras seguintes (b e c) nos permitem acreditar, de todo modo, que a avaliação deve estar voltada para a promoção, e não para a estagnação: é o momento para possibilitar ao aluno demonstrar o que sabe, para permitir-lhe avançar.

Ao tratar da educação infantil, o artigo 31 é explícito quanto à realização de uma avaliação que se faça mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento da criança, e enfatiza: sem o objetivo de promoção. Mesmo para o ensino fundamental, o artigo 32 não deixa dúvida quanto à necessidade de se desvincular a avaliação formativa e qualitativa da aprovação dos estudantes. Depois de admitir que alguns estabelecimentos escolares adotem o regime de progressão continuada (extinguindo,portanto, a reprovação), explicita que isso seja feito sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-aprendizagem.

O artigo 47 postula no parágrafo primeiro que as instituições informarão aos interessados, antes de cada período letivo, os critérios de avaliação.Na LDB, a avaliação é apontada como meio de verificar o rendimento escolar.

De acordo com a lei, a escola deve comprovar a eficiência dos alunos nas atividades escolares, avaliar de forma contínua o êxito por eles alcançados. A avaliação, segundo a LDB, tem a finalidade de ajudar (e não coagir/reprimir) os alunos a superar as dificuldades, auxiliar no crescimento e na realização deste aluno.

Sendo assim, o objetivo da escola não seria o de reprovar, mas promover a aprendizagem. A própria lei prevê alternativas para evitar a reprovação:
• Múltiplas formas de organização dos grupos (séries, ciclos, outros); Formas de progressão parcial; Regime de progressão continuada.
Neste sentido a avaliação deve ser utilizada com cuidado, pois é um processo complexo. De acordo com o artigo 24, inciso V, da lei 9394/96, a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
• Avaliação contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados do período sobre os das provas (este critério lembra que provas e trabalhos são meios auxiliares que subsidiam a avaliação pessoal que o professor faz da aprendizagem de seus alunos após um período de ensino);
• Possibilidade de aceleração dos estudos; possibilidade de avanço nos cursos e nas séries; aproveitamento de estudos; obrigatoriedade de estudos de recuperação.

Entende-se a avaliação como uma tarefa cotidiana de cada educador a ser realizada a partir do projeto político pedagógico de cada escola. É preciso que os professores também avaliem a sua prática educativa. Ao invés de uma avaliação que servisse para controle do comportamento, seria mais adequado pesquisar as causas da reprovação, da evasão escolar, sem depositar toda a responsabilidade nos ombros do aluno.

Referências:
• Artigo: Cristina Aparecida Colasanto. Relatório de Avaliação na Educação Infantil: um estudo sobre a linguagem...
• Artigo: Revista de Educação CEAP: Concepções de Avaliação na LDB: - Andréa Cecília Ramal, ano 6, no. 21, junho 1998, p. 33 - 47.

Acadêmicos: Diames, Karine, Gabriel, Jaqueline.

História da avaliação

1- PROCESSO HISTÓRICO DA AVALIAÇÃO

Considerando-se a avaliação como um processo, veremos os acontecimentos dinâmicos, em evolução, sempre em continuas mudanças. Assim o atual sistema de avaliação é mais um marco neste longo processo histórico-educacional.
Através do tempo, são verificados as principais tendências e desenvolvimento do processo avaliativo em diferentes fases históricas tais como: Idade Antiga, Idade média, renascimento, tempos modernos e idade contemporânea.

1.1 Idade Antiga

Na história antiga, encontra-se diversas formas de avaliação. Em algumas tribos primitivas, adolescentes eram submetidos a provas relacionadas com seus usos e costumes. Só depois de serem aprovados nessas provas eram considerados adultos.
Alguns sociólogos afirmam que a estabilidade da civilização chinesa foi devida a cinco fatores, figurando entre eles o seu sistema de exames, cuja finalidade era a de selecionar candidatos ao serviço público. Ainda em 360 a.C. esse sistema exercia uma profunda influência na educação, na preservação da tradição e dos costumes e, sobre tudo, na política, oferecendo a todos os cidadãos possibilidades de acesso aos cargos de prestígio e poder.

No livro dos juízes, 12:5, 7 encontra-se a primeira noticias sobre os exames orais e também sobre os testes conforme a citação bíblica “E tomaram os gileaditas aos efraimitas os vaus do Jordão; e quando algum dos fugitivos de Efraim dizia: Deixai-me passar; então os homens de Gileade lhe perguntavam: És tu efraimitas? E dizendo ele: Não; então lhe diziam: Dize, pois, Chibolete; porém ele dizia: Sibolete, porque não o podia pronunciar bem. Então pegavam dele, e o degolavam nos vaus do Jordão. Caíram de Efraim naquele tempo quarenta e dois mil.
Jefté julgou a Israel seis anos; e morreu Jefté, o gileadita, e foi sepultado numa das cidades de Gileade.
Observa-se que nesta passagem, todas as vezes que os Efraimitas desejassem passar o Jordão, deveriam responder com a palavra Sibolete. Ao ouvirem, os Efraimitas pronunciar Chibolete, notavam a fraude.
Só aqueles que pertenciam às tribos amigas conseguiam pronunciar corretamente essa palavra.
Quarenta e dois mil Efraimitas perderam a vida por fracassarem nesse teste.
Entre os gregos, em Esparta, os jovens eram submetidos a duras provas, através de jogos e competições atléticas, durante os quais deveriam provar sua grande resistência à fadiga, à fome e à sede, ao calor e ao frio e à dor.
Entre os seus padrões morais, o roubar com astúcia e destreza merecia menção honrosa.
Em Atenas, encontra-se Sócrates, que submetia seus alunos a um exaustivo e preciso inquérito oral que ainda é utilizado, atualmente, por muitos educadores em suas atividades de classe, durante as argüições ou questionários orais. “O conhece te a ti mesmo” no qual empenhou toda a sua vida de sábio. Apontava a auto-avaliação como um pressuposto básico para o encontro com a verdade.
Seu método pedagógico também chamado maiêutica pôs em evidência o processo da conceituação, considerado básico sobre o ponto de vista científico.
Os romanos limitaram-se a vulgarizar o sistema grego de ensino, adaptando-o de acordo com espírito latino.

1.2 Idade Média

Porém, a Idade Média, caracteriza-se por uma intensa espiritualidade, durante os períodos apostólicos, patrístico e monástico, verifica-se um grande interesse pelo conhecimento de realidades mediatas, não perceptíveis pelos sentido, de ordem supra-sensíveis; ou por um conjunto de verdades a que os homens chegaram não com o auxilio de inteligência, mas mediante a aceitação da fé, dos dados da revelação divina.
Predominaram, portanto, o método racional (tradicional) e o argumento de autoridade: o primeiro aplicado a realidades e fatos não suscetíveis de comprovação experimental, e o segundo consistindo em admitir uma verdade ou doutrina, baseada apenas no valor intelectual ou moral daquele que a propõe ou professa.
Aceitava-se quase passivamente a opinião dos mestres ou autoridades no assunto. Repetir, portanto, integralmente o que se ouvia ou lia, era a prova mais convincente do saber.
A atenção e a memória eram os agrupamentos operatórios de pensamento mais valorizados nas escolas desta época.
Mais tarde, entre os educadores escolásticos, encontra-se Santo Tomás de Aquino (1225-1274) combatendo o método a priorístico e o respeito exagerado a autoridade dos antigos.
Deixou uma obra de pesquisa objetiva que causa admiração aos cientistas contemporâneos.
Mas as instituições escolares que maior influência tiveram neste período é que constituíram as organizações mais poderosas e fecundas de todos os tempos foram as universidades.
Nestas universidades, os estudos, destinava-se principalmente, a formação de professores.Os graus universitários compreendiam o bacharelado, a licença e o doutorado. Os que venciam o bacharelado, deveriam prestar exames a fim de conseguir exame para ensinar. O exame consistia na interpretação e explicação de trechos selecionados por grandes mestres.
Quanto ao doutorado, só aos mestres que liam publicamente o livro das sentenças de Pedro Lombardo, era conferido este título, e mais tarde, somente aqueles que defendiam teses.
Os doutores medievais ao refletirem sobre o irracional, preparam os caminhos da razão e abriram novas perspectivas para a avaliação.
Santo Tomás, no tratado dos anjos, nos oferece análise da operação intelectual, cuja sutileza e profundidade imprime uma orientação nova no pensamento cristão.
Mas o caráter básico desta direção continua ainda sendo o teocentrismo, centro de gravitação de toda a Idade Média.

1.3 Renascimento

Por outro lado, o Renascimento manifestava o movimento do humanismo em duas correntes, nitidamente diferenciado que se distinguiam entre a corrente do humanismo cristão e corrente do humanismo pagão.
Enquanto que, a corrente do humanismo cristão trazia valiosas contribuições para a avaliação através de uma orientação psicológica que visava atender as diferenças individuais dos alunos, a fim de que fossem preparados para a vida de acordo com as suas necessidades, interesses e aptidões. A corrente do humanismo pagão exaltava a individualidade humana, considerada como um fim em si mesma; a super valorização do eu individual sem quaisquer vínculos com valores transcendentais. Este humanismo viria mais tarde imprimir no pensamento moderno seu caráter predominantemente naturalista.
De qualquer forma a originalidade da renascença reside nesta posição nova que o homem assumiu daí por diante em face da natureza, não se interessando por chegar ao seu conhecimento através de operações puramente dialéticas, mas procurando interroga-lo em função dos seus fenômenos, desvendando-lhe os segredos, descobrindo-lhes as causas. Dessa maneira era fundada a ciência moderna.
Entre os educadores desta época, destaca-se Vitorino de Feltre, considerando o mais notável educador italiano.
“Quero ensinar os alunos a pensar e não a disparatar”.
Para verificar o aproveitamento do aluno, mandava-o ler, em voz alta. Conforme a expressão que dava à leitura, julgava-o habilitado ou não.
Exigia linguagem culta, pronuncia correta e tom de voz moderado.
Era inflexível no que diz respeito à moralidade e às boas maneiras.

1.4 Período Moderno

Durante a tomada de Constantinopla pelos turcos, os sábios bizantinos se refugiaram na Itália. E levaram consigo a obra mais importante dos escritores da antiguidade, despertando, desta maneira, um grande interesse pelo estudo das línguas antigas.
Foi nesta época que se formaram as nacionalidades e que surgiram as obras primas das línguas modernas. Mas, foi invenção da imprensa a que mais contribuiu para o desenvolvimento de todas as formas de atividade intelectual.
Multiplicaram-se os livros. E se tornaram acessíveis a todos. Fundaram-se escolas e criaram-se bibliotecas. Alguns aspectos da pedagogia desta época nos possibilitam tirar algumas inferências sobre a maneira como os educadores avaliavam o aproveitamento do aluno.
De acordo com René Descarte, as quatro regras próprias para encaminhar o espírito na busca da verdade:
“1- nada se admite como verdadeiro se não se conhece evidentemente como tal. É a regra da evidencia.
2- dividir cada uma das dificuldades em tantas parcelas quantas se puder e for exigido para sua melhor resolução. É o princípio da análise.
3- levar os pensamentos em ordem começando pelos objetos mais simples e mais fáceis de serem conhecido para subir, pouco a pouco, como por degraus, aos conhecimentos, mais complexos. É a regra assíntese.
4- Fazer em todas a parte enumerações tão completas e inspeções tão gerais que esteja certo de nada omitir. É a regra da verificação.”
Essas regras, ainda hoje, são de uso constante na prática da avaliação.
As escolas religiosas, tanto as protestantes, como as católicas insistiam nas argüições, nos exames orais.

Em 1702, em Cambridge, na Inglaterra, foi utilizado, pela primeira vez, o exame escrito.

1.5- Período Contemporâneo

Compreendida entre o fim do século XVII, XIX e XX.
Surge a necessidade de se construir um sistema educativo inteiramente novo no qual a educação da criança passa ao domínio exclusivo e absorvente do Estado. Há forte reação contra o ensino humanista tradicional, dando relevo predominante nos planos educativos às ciências naturais, às línguas modernas e aos trabalhos manuais.
Surge laicismo e uma forte influência das idéias materialistas e anticlericais do racionalismo, do Enciclopedismo e do Naturalismo.
Nos fins do século XVII houve uma forte reação contra o ensino vigente.
Nos séculos XIX e XX predominaram as seguintes correntes pedagógicas: o individualismo, o socialismo, o nacionalismo e pragmatismo.
Ainda hoje podemos encontrá-los, informando um grande número de teorias educacionais.
No inicio do século XX predominaram as tendências pedagógicas que colocaram em primeiro plano o problema técnico da educação.
Atualmente a tecnologia educacional se firma como uma maneira nova de pensar a educação e de fazer frente aos problemas educacionais.
Também um movimento em prol da reabilitação dos valores espirituais acentua, alem da necessidade de formação intelectual e cientifica, a formação ético-religiosa.

Equipe: Kelly Erzinger, Marcelo Stanislaski, Rosenilda Pauluk

Concepções de Avaliação

Existem diferentes concepções de avaliação, dependendo da ênfase que se faz necessária. A avaliação informal é natural, espontânea, corriqueira e assistemática. Essa avaliação é realizada por qualquer pessoa sobre qualquer atividade humana. Não é apropriada para se avaliar instituições ou ações de grande impacto social.

Quando se necessita avaliar instituições ou ações, caracterizadas por programas, planos, projetos ou políticas, há necessidade de lançar mão da avaliação formal ou sistemática, para entender todas as extensões e conseqüências do que é avaliado de maneira global, contextualizada, com perspectivas a estimular seu aprimoramento.

A avaliação educacional é feita através de situações de aprendizagem, buscando a aquisição de novo conhecimento, atitudes ou habilidades.A avaliação emancipatória tem como compromisso fazer com que as pessoas envolvidas em uma ação, realizem e executem a sua própria história e escolham as suas ações de maneira libertadora.

Há três momentos no processo avaliativo: descrição da realidade, crítica da realidade e criação coletiva. A avaliação pode ser diagnóstica, quando se realiza antes da tomada de decisão, processual, quando é desenvolvida durante a implementação da ação que está sendo avaliada, global, quando se realiza no final da prática, no sentido da formulação, assim como no dos resultados e conseqüências da atividade avaliada.

Há também as avaliações operacionais, quando buscam a descrição do processo avaliativo e finalísticas, quando centradas na intenção da avaliação. O objetivo da avaliação em políticas públicas é conhecer seus eixos positivos, enumerar suas falhas e insuficiências, buscando sempre seu aprimoramento ou replanejamento do processo.A avaliação constitui parte integrante do programa de desenvolvimento de políticas públicas, permitindo uma investigação sistemática da realização da função social, e através da tomada de decisão concretiza os objetivos dos grupos sociais a que se destina.

Diante de todas as considerações proporcionadas acerca do papel e da importância da avaliação, apontamos que deve ser vinculada à concepção de mundo e de sociedade, sendo um processo de obtenção de informação quepermite a emissão de ponderações e colabora para a tomada de decisões.

Há uma preponderância do aspecto de verificação dos resultados, com vistas à valorização das tomadas de decisões a partir dos dados pesquisados. A eficiência de uma avaliação em política pública está integrada à relação entre o esforço para implementá-la e os resultados alcançados. Uma avaliação é considerada eficiente quando é útil e oportuna, sendo realizada em tempo hábil; é ética, sendo realizada com critérios justos e apropriados e é precisa, quando se emprega método adequado.

GRUPO: Everaldo, Rafael e Sérgio

Experiências e Práticas Avaliativas

Trabalhando sempre como professores de laboratório de informática adquirirmos práticas e experiências em avaliações. Porém, o convívio escolar com os professores das demais disciplinas, nos mostra que é preciso avaliar cada aluno de uma maneira diferenciada.
Pois, alguns possuem problemas, distúrbios e/ou dificuldades. Então para estes casos o professor deve avaliá-los de forma diferenciada para que não cometa erros na hora de informar a nota do aluno.
As experiências avaliativas relatadas pelos professores nos fazem ver que nem todos colaboram com estas práticas pedagógicas de avaliação diferenciada e por isto nem todos educandos atingem a nota.
É preciso conhecer o potencial de cada aluno para avaliá-lo de maneira correta seja por comportamento, prova escrita e/ou oral ou qualquer outro meio metodológico de avaliação.

Grupo: Lucélia, Tatiani, Maristela e Rodrigo.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Critérios de avaliação

Os critérios de avaliação podem ser entendidos por orientações didáticas de execução de uma determinada tarefa.

A avaliação deve obedecer os seguintes critérios:

  • Tem que ser benéfica, trazendo beneficios ao aluno a partir do momento de seu desenvolvimento.
  • Deve ser justa e uniforme, para que todos os alunos consigam desenvolve-las;
  • Deve ser eficaz na produção do conhecimento e mudanças no comportamento do educando;
  • Deve estar ao alcance dos alunos, para ocorra de forma satisfatória no momento de sua execuação.
  • Deve ser praticável e não deve ser incómoda e inútil;
  • Tem que ter como referência principal a sua finalidade e a clareza de intenções do professor sobre o uso do que fará com os resultados.

Os Critérios da escolha das Técnicas e Instrumentos de Avaliação dependem:

  • Dos objetivos de avaliação;
  • Dos meios,
  • Dos conteúdos/complexidade da matéria;
  • Tempo disponível/duração;
  • Número de alunos na turma;
  • O tipo do aluno que esta envolivido no momento da execução da tarefa.

Grupo: André, Leonardo e Sirlei

sábado, 21 de maio de 2011

Avaliação

A avaliação é muito questionada, em alguns casos se torna excludente, mas tem os seus defensores.

Mas o que podemos fazer, como poderemos mudar?

Se você é professor e deseja aprender e discutir este tema, acompanhe este blog,
abordaremos de várias formas o tema neste blog.